D.I. Project - CAPÍTULO 1

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

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O ano é 2063.
A humanidade corrompeu-se às delicias do consumismo. Cheia de vícios por tecnologias, drogas sintéticas e fetiches sexuais, o homem caminha para sua fase mais obscura e superficial.


O CAPÍTULO A SEGUIR CONTÉM SEXO


          Londres.

          Havia um campo de flores, gérberas, de variadas cores, misturadas, e entre as flores dançava nua aquela mulher de cabelos ruivos esvoaçantes. Seus seios eram fartos, de textura macia como a casca de um pêssego, e sua pele branca permitia que aqueles mamilos rosa se destacassem. Havia os pelos pubianos, poucos, vermelhos e delicados, entre as pernas roliças que se começavam logo após aqueles quadris largos.

          Johan estava sentado, tomando champagne sentado em um divã de couro, de olhos abertos, olhando para a stripper que dançava num pequeno pedestal, em uma sala de paredes brancas, e vestia-se com suas habituais roupas apertadas, e com a “Coroa”, um Simulador Estimulador, acomodado em sua cabeça, que lhe iludia com sensações físicas e emocionais, e adicionava ao que acontecia novos elementos visuais e sensoriais.

          A stripper era nada menos que a modelo russa Irina  Porechenkov, top internacional, um dos corpos femininos mais desejados de sua geração, e com um preço alto, mas fixo. Ela transava por dinheiro, não por oportunidades de carreira. E estava a muito tempo de olho em Johan Marx, que se fazia de difícil apenas por ter conhecimento do desejo da modelo por ele.

          Quando, no meio de sua dança, viu Johan colocar para fora seu falo grande e ereto, não se conteve e ajoelhou-se ao lado do divã para servi-lo devotamente.

          Empolgada e erotizada pelo efeito de drogas sintéticas, e por estar diante daquele falo enorme que mal cabia em sua boca, ela lambia, louca, e tentava engoli-lo inteiro, enquanto aquele pau grosso e reto babava em sua lingua. Ela alisava a barriga musculosa do modelo, que a segurava firmemente pelos cabelos volumosos, e sorria com cara de deboche.

          Um som de telefone. Era o aparelho de Johan. Tirou do pulso uma chapa comprida que instantaneamente ficou reta, e a colocou próximo à orelha direita. Sem largar dos cabelos da modelo, ele atendeu:

           “Não estou ocupado, pode falar...” disse ele, prático. Parecia ouvir uma longa explicação. Enquanto isso, mexia na cabeça da modelo de acordo com seu prazer.

          “Diga que não tiro mais fotos de cuecas por menos de três milhões.” E intensificou-se “espere, você não recebe para negociar favorecendo o  out... que gostoso, amor...” disse ele, serrando os olhos e fazendo bico olhando para a modelo, enquanto ela segurava firme o grande falo e esfregava a língua no frênulo.

           “Não, nada, continue Charlie... Não ponha os dentes, querida...” e ri, “desculpe, Charlie, Ivana está me fazendo uma gentileza... Sim, a própria!”.

          Ivana Porechenkov parou de chupá-lo, ofendida com o deboche, e levantou-se. Começou a recolher suas roupas do chão. Johan riu mais.

          “Charlie, depois nos falamos”. Desligou o fone e colocou-o novamente no pulso.

           “Filho da puta!” exclamou ela, furiosa em um inglês carregado de sotaque.

          Ele segurou com uma mão em seu saco e e com a outra balançou o falo ereto. Olhando sério nos olhos dela. Ivana olhou-o com desprezo, mas ele era rápido, e gostoso demais para resistir: Puxou-a pelo braço, levantou-a do chão, ela o abraçou e, pendurada em seus ombros largos, encaixou-se nele, trançou suas pernas nas pernas dele, e esqueceu de todo o resto.

          Johan a colocou contra a parede, penetrando-a enquanto mordia seu pescoço, lambia seus seios perfeitos, e seu rosto. Ela lhe agarrara pelos cabelos, e gemia, com os olhos girando dentro das órbitas. Há muito tempo que ansiara por este momento.


*  Coroa: Um espécie de diadema que se encaixava na altura da testa e cocoruto, que captava e emitia informações ao cérebro. Estimulando sensações como cheiro, temperatura, gosto, e simulando imagens. Simulador Estimulador. Um modelo, para um produto de diversos métodos. 

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