D.I. Project - Capítulo 7

sábado, 8 de dezembro de 2012

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O ano é 2063.
A humanidade corrompeu-se às delicias do consumismo. Cheia de vícios por tecnologias, drogas sintéticas e fetiches sexuais, o homem caminha para sua fase mais obscura e superficial.
Isabel viu o homem andar de porta em porta, sem fazer perguntas, exterminando todos os indivíduos que via. Escondeu-se atrás de uma estátua. Acreditou que ele talves a tivesse visto, mas aparentemente a ignorou. Ele subiu as escadas, sendo alvejada por muitas balas. 0Detivera-se por um momento ao receber o impacto da bala de uma arma de grosso calibre. Ela não queria acreditar no que vira.
No andar de cima o caos havia se instalado. Muitos viram o homem que subia as escadas sendo quase que ininterruptamente baleado e sem sofrer danos aparentes, e corriam por saídas de emergências.
Johan Marx levantara as percianas do escritório de Cadogan e vira longe o homem espantoso. Quatro homens jogaram-se em cima dele. Como se três fossem moscas que voavam inofensivamente ao seu redor posando ora em seu rosto, ora no corpo, concentrou-se em apertar a cabeça do quarto com duas mãos, num “cloque” sonoro quer pode ser ouvido de qualquer parte. Agarrou outro pelo pescoço e em poucos instantes quebrara as vértebras do homem deixando-o cair molemente no chão. Um correu, o outro, no chão, ergueu as mãos.
“Procuro por Charles Cadogan”, dissera o assassino.
- ALIIIIIIIIII! LA ESTÁ ELE! - gritou atterrorizado o homem apontando para o Inspetor distante. No exato momento o assassino ergueu a arma para Cadogan, que jogou-se no chão.
Johan sacudia a maçaneta freneticamente, num estado de terror alucinado.
- Puta que pariu!
Charles jogara-se contra uma das saidas de emergência, ao notar que era o alvo do assassino.
O corredor estava apenas ele, ligeiramente sem fôlego devido à surpresa. Apoiou-se na parede de uma quina e esperou o homem entrar no corredor.
Carregou sua pistola, e esperou. Lá estava ele, passando pelo batente sem pressa. Monstruosamente musculoso e sobrenaturalmente inexpressivo. Cadogan, num golpe de extrema agilidade, apontou a arma para a cabeça do homem.
Teria sido fatal. Mas a cabeça do homem fora empurrada para trás com demasiada força, no entanto, voltou a posição anterior em menos de quatro segundos. Cadogan correu. E a luz fora cortada, restando somente as lanternas de emergência.
“Droga-droga-droga...” reclamou ele, encurralado ao bater-se contra a porta emperrada no fim do corredor.

Johan estava encolhido no chão do escritório, tentando manter a cabeça fria. Levantou-se, num momento de inspiração emergencial, pegou uma cadeira para atira-la contra o vidro, mas antes que isto acontecesse, muitos tiros foram detidos contra o vidro do escritório: era blindado.
Aquele mesmo homem que o havia alertado pouco mais de uma hora antes, estava disparando tiros, para depois, lançar contra o vidro uma cadeira, que o dilacerou.
- Venha, não temos tempo a perder.
E os dois desceram correndo, pelo edifício que estava em um estado de caos onde nenhum fora percebido, a não ser por Isabel McClanahan

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