Itaxoxota do Norte

| | |


         "Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida por..."

Esta é a página das crônicas de Itaxoxota do Norte.
Abaixo as histórias disponíveis:

O maconheiro "da hora" Em algum lugar no interior da Bahia se escondia a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era conhecida por seus cidadãos defensores da moral e dos bons costumes, da decência... Gente filantropa e, claro, maconheira.

          Nos arredores de Itaxoxota ficava a fazenda de coronel Eleutério, fazenda de cana-de-açúcar, mas era no centro da cidade que vivia seu filho Caio. Rapaz inteligente, ousadíssimo, de personalidade forte, e demonstrava isso para o mundo fumando maconha.



Paulão: A lenda Em algum lugar no interior da Bahia se escondia a distinta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida por pessoas afamadas pelas razões mais surpreendentes. Paulo Henrique Silva era um exemplo: dormiu com todas as mulheres da cidade e foi conhecido por casar virgem.
      O que as pessoas não sabiam era que Paulo Henrique simplesmente era um rapaz discreto, que gostava muito do cheiro que vinha das entranhas de uma fêmea. Mas Paulo Henrique não se importava com o que as pessoas pensavam então simplesmente não falava. Não contava vantagem. Comia e pronto.

Isilda Pé-de-cabra: A serial killer do agreste Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida por crimes famosos. Anos e mais anos após a era do cangaço surgira Isilda Pé-de-cabra. Paraibana brava, a serial killer mais famosa de todo o norte e nordeste do Brasil.
Isilda Pé-de-cabra era o nome escrito com garranchos em uma série de oito crimes em Itaxoxota e arredores. Severino da Silva foi encontrado com os bagos estraçalhados. Vivo e castrado, nunca mais bateu em sua esposa. Disse que a agressora vestia uma camisa com a bandeira da Paraíba, e uma touca ninja vermelha no rosto.




Este era aquele palhaço   Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida pela alegria de seu povo contagiante. O palhaço Bagulinho era um herói entre as crianças. Bagulinho trazia o rosto pintado o tempo inteiro, e a verdade é que ninguém jamais o vira sem maquiagem.
         Bagulinho era conhecido por pessoas intimas como Joca, pessoas intimas que ele amava, e que nunca mais viu em toda sua vida. Bagulinho acordava todos os dias às quatro e meia da manhã. Lavava o rosto, escovava os dentes, tomava café com um pão francês amanhecido, e sentava-se diante do espelho.



São Francisco Morango: Padroeiro de Itaxoxota Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida por crendices, folclore, e seus ícones religiosos. Um deles era o vanguardista, o santo, amado unanimemente pela população: São Francisco Morango.
     Francisco era um menino pobre, que vivia para as pessoas. Dedicou a vida aos animais, às crianças, e as mulheres solteiras. Era um amuleto. Tudo começou quando Elenilce Falcão, mulher de meia idade, o chamara para cuidar do jardim de sua fazenda. Certa tarde ensolarada, ela fizera sexo com o menino, na época com 14 anos, e no dia seguinte conheceu um homem rico, com quem se casou.



O amorzinho perfeito e chato de Bunitinha e Helinho Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida pelo clima tropical, que deixava no ar aquela brisa suave que erotizava os mais velhos, e apaixonava os mais jovens. Assim era com Dona Bunitinha e Helinho.
Hélio era um menino bonzinho. Todo mundo achava ele um menino bonito. Todo mundo admirava suas notas na escola. Todo mundo dizia que seus dentes eram bonitos. Todo mundo dizia que ele seria doutor. Hélio era um menino bonzinho.
 Bunitinha era uma menina boazinha.Todo mundo achava ela bonita. Todo mundo admirava suas notas na escola. Todo mundo dizia que seus dentes eram bonitos. Todo mundo dizia que ela seria doutora. Bunitinha era uma menina boazinha.

 Paím Zémaria e seu cambono Djalma Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida pela diversidade religiosa. Entre padres e pastores, havia Paím Zémaria. Um senhor de pouco mais de cinqüenta anos, bastante afeminado, gentil, doce, e extremamente vingativo.



O retrato familiar de Dona Lindura e sua filha Coisinha Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida por seus moradores ricos. Dona Lindura era muito conhecida por sua beneficência, e por abominar aquela “rente” feia da cidade. Era alta, bronzeada, com pernas torneadas, cabelos louros platinados e dois lindíssimos seios importados da França.


 A lenda do temível Saci de duas pernas Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida pelas lendas folclóricas regionais. O terror da cidade era o violador das donzelas, o temível Sací de duas pernas.
 Sua primeira aparição catalogada foi no meio da década de trinta. A vítima fora Joãozinho. Era um rapaz baixinho, protestante, óculos fundo de garrafa, voz fina, recém formado em advocacia. Ele andava pela cidade, certa vez, meia noite naquela sexta-feira treze, noite de luar, quando olhou para a lua.



A incontestável fé de Dona Creuza Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida pela religiosidade de seus cidadãos. Dona Creuza, beata, carola, líder da Liga das Senhoras Distintíssimas de Itaxoxota era uma senhora de 70 anos, com muita fé, paz de espírito, amor no coração, e assassinatos em seu passado.Creuza era viúva. Creuza não tinha filhos. Creuza era mulher direita. Creuza tinha sido uma criança feliz.
 Dona Beuba e sua extraordinariamente irrelevante vida Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida por seus munícipes excêntricos. Dona Beuba era uma mulher famosa. Não havia em Itaxoxota quem não a vira com os peitos pra fora da roupa. Não por ser uma mulher da vida, mas por ser cachaceira mesmo.

Os retalhos da controversa história de Jennifer Christinny  Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida por sua diversidade. Um de seus filhos mais importantes era o menino Joelson, que na vida adulta seria mundialmente conhecido como Jennifer Christinny.


 
As desventuras de Seu Lili e seus filhos na conflictuosa cidade de Itaxoxota do Norte Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida por suas diferenças sociais. Tinha gente rica, tinha gente bonita e bem sucedida, mas tinha quem não conseguisse sair da merda. Seu Lili era um deles, quase um cogumelo, nascido e crescido na bosta. Seus filhos eram todos boçaizinhos também. Desde crianças adoravam tomar Danone na casa dos vizinhos.

A história da Santinha Cleonice, ou simplesmente a Créu dos solitários Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida por sua amável população. Entre as bondosas pessoas, havia Cleonice, ou Créu, como diziam os de pouca instrução. Era dita como uma moça “Amada por Deus porque dava com alegria”.



Seu Inácio e sua famosa barraca de Cocô Gelado Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida por seus 365 dias de verão. E este clima era perfeito para um dos comerciantes mais tradicionais da cidade, seu Inácio, com sua barraca de “Cocô Gelado”.




A fascinante jornada de Dona Satanilda Em algum lugar da Bahia, escondia-se a discreta cidade de Itaxoxota do Norte. Povoada por dois mil habitantes, Itaxoxota era muito conhecida por suas opções de lazer. A mais famosa era, evidentemente, a casa noturna Dona Quixota. Administrada por Dona Satanilda, Dona Quixota propunha-se a oferecer as baianas mais quentes de todo o Brasil.

1 comentários:

blogdaphebrito disse...

Só pra dizer que te escrevi, mas foi pro endereço do hotmail e tb te escrevi qdo vc tava offline e dias desse, dei um Oi pra Fernanda Gibini ;P

saudades e quero meu bolo de cenoura!
Phê Brito

Postar um comentário

About me

About Me


Aenean sollicitudin, lorem quis bibendum auctor, nisi elit consequat ipsum, nec sagittis sem nibh id elit. Duis sed odio sit amet nibh vulputate.

Popular Posts

Contact Us

Nome

E-mail *

Mensagem *

Navigation-Menus (Do Not Edit Here!)

My Instagram